terça-feira, 23 de setembro de 2008


O guerreiro Alado


Eu vim da floresta,

da onde os peles branca me tiraram,

Quando nasci, era denominado,

Guerreiro Alado.


Fui escravisado,

Minha lança nunca mais vi,

O meu povo boa parte executado,

A minha jasmin,

pela qual me apaixonei quando criança,

foi-me roubada.

Porém deixou-me uma lembrança,

Seu Epitáfio.


A minha inocência foi roubada,

por mais impuro dos povos,

dos quais matam, esquartejam.

E ainda querem que eu acredite

na doutrina de seu Deus.

Doutrina essa que forma verdadeiros rios vermelhos!


Oh! Como anseio por liberdade,

poder viver todas as aventuras por entre as matas,

Saudar aos meus deuses,

longe de quaisquer pregação pregação

daquele deus dos brancos.